O seu pico de caixa tem uma data. O que foi executado este mês decide se ela continua a mesma.
Viabilidade e gestão no mesmo modelo. O executado entra, a projeção se corrige, e o que você lê na tela é o caixa e o lucro que ainda estão por vir, não os que foram aprovados no comitê.
A viabilidade envelhece no dia seguinte à aprovação.
Você não tem dificuldade de montar o estudo. O problema aparece depois, quando a obra começa a andar em um ritmo e a venda em outro, e o número que autorizou o investimento vira uma foto antiga.
O estudo congela
Aprovado, ele vai para a pasta. Quem volta nele meses depois volta para medir a distância entre o planejado e o que aconteceu, não para corrigir a rota enquanto ainda dá.
O ERP olha para trás
Ele fecha o mês com precisão contábil, e é isso que se espera dele. Só que não tem a viabilidade dentro, então não sabe qual era a projeção nem consegue dizer o que o desvio de hoje faz com o caixa de daqui a oito meses.
O aperto chega antes do aviso
Sem projeção corrigida, o desvio só aparece quando vira falta de dinheiro em conta. A essa altura a conversa com o banco deixou de ser sobre estrutura de capital e passou a ser sobre urgência.
Seis perguntas que o estudo aprovado já não responde.
Todas elas dependem de duas coisas ao mesmo tempo: a exatidão do que foi executado até agora e o modelo que sabia o que era para ter acontecido.
- 01O que foi executado até hojeCusto incorrido, vendas realizadas e avanço de obra consolidados no mesmo lugar, cada lançamento com a data em que entrou. É o retrato exato do presente, e é dele que todo o resto sai.
- 02Como fica o previsto a partir daquiO cronograma restante é recalculado sobre o que já aconteceu. O que sobrou de obra, o que sobrou de venda e o que sobrou de custo passam a ser projetados a partir do realizado, não da premissa original.
- 03Qual passa a ser a exposição de caixaO novo pico de capital que o empreendimento vai exigir, em valor. É o número que define quanto captar, e ele muda a cada mês de execução que entra.
- 04Em que mês esse pico caiA data, e não só o valor. Um pico de oito milhões em março é uma conversa; o mesmo pico em setembro é outra, e a diferença entre as duas é o tempo que você tem para negociar.
- 05Se a data se deslocou, e quantoObra que acelera e venda que desacelera empurram o pico para frente ou para trás. O deslocamento aparece comparado com o estudo aprovado, em meses, sem você precisar procurar.
- 06Qual passa a ser o lucro futuroO resultado que ainda dá para realizar deste ponto em diante, separado do que já foi consumido. É o que sustenta a decisão de seguir, corrigir ou renegociar.
A modalidade do crédito redesenha a curva de caixa inteira.
As três já estão configuradas no estudo. Trocar de uma para outra muda quando o dinheiro entra, quem fica com a dívida durante a obra e, por consequência, o valor do pico de exposição e o mês em que ele cai.
- Plano empresárioA incorporadora contrata o crédito, liberado conforme a obra avança. O repasse dos compradores amortiza a dívida.
- Apoio à produção SBPEOs financiamentos dos compradores entram durante a obra, e o crédito da incorporadora cobre o que faltar.
- Apoio à produção Minha Casa, Minha VidaA mesma mecânica dentro do programa, com outro público, teto de preço e custo do dinheiro.
Modelar isso errado é o caminho mais curto para uma viabilidade que fecha no papel e aperta na obra: no apoio à produção o dinheiro dos compradores entra durante a execução e reduz a dívida da incorporadora, enquanto no plano empresário ela carrega o crédito até a entrega das chaves. É a mesma obra com dois picos de caixa completamente diferentes.
O realizado chega pela fonte onde ele já existe.
O custo mora no ERP, a venda mora no CRM, e o que não tem sistema entra à mão. Os três caminhos alimentam o mesmo modelo, e nenhum deles é pré-requisito do outro.
CRM de vendas
Contrato assinado, distrato e tabela praticada entrando na velocidade em que acontecem, sem redigitação.
ERP de custos
Medição, apropriação e pagamento vindos do sistema que já registra a obra. A integração acompanha qualquer plano de gestão, e a lista de ERPs atendidos cresce a cada integração nova.
Lançamento manual
Dá para acompanhar um empreendimento na semana seguinte, lançando o realizado à mão no fechamento do mês ou importando planilhas e relatórios. A integração acelera, mas não é pré-requisito para começar.
A conexão sozinha não resolve. O que faz a projeção acompanhar a obra é a cadência: fechar o mês, deixar o realizado entrar e ler a projeção corrigida antes da próxima reunião de capital. Uma vez por mês basta. Atualizar de seis em seis meses transforma o acompanhamento em autópsia, porque a essa altura o desvio já virou fato e a projeção só confirma o que o extrato mostrou primeiro.
Uma metade sozinha não fecha a conta.
Não é uma questão de contratar mais. É que cada uma das duas responde metade da pergunta, e a decisão de capital precisa da pergunta inteira.
Você decide bem o empreendimento e acerta a aprovação. Depois disso, atravessa três anos de obra sem saber se o que foi decidido continua de pé, e descobre o desvio pelo caixa.
Você sabe exatamente o que gastou e o que vendeu. Só que sem o modelo que previa outra coisa, o número não vira projeção: vira histórico, que é o que o ERP já entregava.
O executado corrige a projeção, a projeção devolve a exposição de caixa e o lucro que ainda estão por vir, e a data do pico deixa de ser uma lembrança do estudo aprovado para virar um número atual.
Cada obra tem a sua projeção. A operação tem a soma delas.
Com vários lançamentos rodando ao mesmo tempo, cada um em uma fase diferente de obra e de venda, a pergunta que importa deixa de ser por empreendimento: é qual o capital exposto do conjunto, e em que meses os picos se somam.
Mesma metodologia nos cinco estudos.
Todos os empreendimentos são calculados pelo mesmo motor, sobre o fluxo de caixa completo, com o histórico de alterações de premissa visível em cada um. É o que torna a comparação entre eles honesta, e o que permite somar as curvas sem estar somando planilhas com critérios diferentes.
O dashboard de acompanhamento entre empreendimentos faz parte do módulo de Gestão.
A viabilidade é a base. A gestão soma a ela.
Os dois módulos são contratados por partes: a viabilidade entra sozinha e funciona sozinha, e a gestão é somada quando o primeiro empreendimento é aprovado e passa a exigir acompanhamento.
Os valores dos dois módulos, os adicionais e a conta fechada da soma estão na página de planos.
O que costumam perguntar.
Enxergue o pico de exposição enquanto ele ainda está longe.
Uma viabilidade completa rodando ao vivo, e o acompanhamento que vem depois dela.


